Mailchimp e agentes de IA
O correio electrónico é o único canal que um negócio tem em vez de alugar: a lista é sua e não do algoritmo de uma plataforma alheia. O agente assume exactamente a parte por causa da qual a newsletter há anos que não sai — escrevê-la, manter os segmentos honestos, montar o que vem depois de uma compra e depois dizer-lhe sem rodeios o que é que aquilo deu.
O que um agente faz no Mailchimp
- Escreve a campanha inteira — assunto, texto, ligações — e mostra-lha antes de sair seja o que for.
- Mantém os segmentos honestos: quem se inscreveu na semana passada, quem já comprou, quem há três meses não abre nada.
- Monta o que vem depois de uma compra: a confirmação, o acesso, a mensagem uma semana mais tarde.
- Limpa a lista: cancelamentos, duplicados e endereços que devolvem saem, em vez de ficarem lá durante anos.
- Depois do envio traz os números — aberturas, cliques, cancelamentos — e o que daí resulta para a campanha seguinte.
Processos que arrancam sozinhos
Um playbook não é um botão — é um processo com uma condição que o faz arrancar. Estes três são os que se montam mais vezes.
A mensagem depois da compra
Um pagamento fica concluído
- Passar o comprador para o segmento de clientes e tirá-lo daquele a quem ainda se está a vender
- Enviar a confirmação e o acesso pelo modelo que você aprovou de antemão
- Deixar uma segunda mensagem agendada para uma semana depois: como está a correr, o que perguntar
- Se a morada do pagamento não bate certo com nada na lista, entregar-lhe o caso em vez de juntar as duas
Um subscritor que deixou de abrir
Um subscritor há três meses que não abre nada
- Reuni-los num segmento à parte, em vez de ver endereço a endereço
- Preparar uma única mensagem de recuperação e mostrá-la antes de sair
- Quem também não abrir essa passa a inactivo e sai do envio habitual
A campanha seguinte do plano
Chega a data de envio marcada no plano de conteúdos
- Montar o rascunho com o que aconteceu desde a anterior: produtos, artigos, perguntas que se repetem
- Escolher o segmento e dizer porquê aquele
- Entregar-lho para rever, com o assunto e uma pré-visualização
- Enviar depois da sua aprovação e trazer o relatório no dia seguinte
Onde o agente pára
- Nenhuma campanha sai sem a sua aprovação: um envio não se chama para trás, e é só por isso que aqui não se envia nada sozinho.
- Escreve apenas a quem deu consentimento. Listas compradas, e listas exportadas de outro sítio qualquer, não entram — nem a pedido nem por distracção.
- O cancelamento funciona à primeira, e o consentimento é verificado antes do envio, não depois de uma queixa. O que o RGPD pede está na construção e não numa opção que se possa desligar.
- As aberturas e os cliques mostra-os depois do envio; antes não os promete. Um número que ainda não existe é um número que ele não lhe diz.
FAQ
O agente vai escrever a toda a minha lista por iniciativa própria?
Não. Monta a campanha e escolhe o segmento, mas o envio é você que o dispara. Uma mensagem enviada não volta atrás, e essa é a única razão pela qual este passo não lhe passa para as mãos em acordo nenhum.
Tenho uma lista recolhida numa feira e outra comprada. Podem entrar as duas?
As pessoas que se inscreveram consigo, sim. A comprada, não, e isso não é uma definição: um envio desses arrasa a entregabilidade de todo o seu correio e vai contra as regras em que o próprio Mailchimp assenta.
A minha lista é antiga e metade está morta. Ainda se faz alguma coisa com ela?
É normalmente por aí que se começa: o agente separa quem lê, quem está calado há meses e os endereços que já não aceitam correio. Depois da limpeza as aberturas costumam subir — mas percentagem nenhuma lhe adianta: dá-lha depois do primeiro envio.
As mensagens vão soar a texto de máquina?
Escreve no seu tom e a partir do seu material — as campanhas anteriores e aquilo que você diz sobre o produto. E o rascunho você vê na mesma: as correcções fazem-se a conversar, e não num editor de modelos.
Onde isto aparece
Casos em que o Mailchimp carrega parte do processo.
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