Agente de IA para estudo de mercado e concorrência

Uma decisão sobre um mercado raramente encalha no pensar: encalha na recolha. É preciso o que a concorrência publica, como se está a comportar a procura, o que os clientes dizem por palavras deles e o que você já experimentou aqui e em que deu. Isso são dias, e chega à conversa cansado de procurar. O agente traz o material — com uma fonte em cada afirmação e uma marca honesta onde não conseguiu confirmar. A conclusão tira-a você.

O que faz um agente de pesquisa

  • Percorre as superfícies públicas da concorrência — site, preços, lançamentos, publicidade, ofertas de emprego — e mostra em que é que se distinguem umas das outras, e não só em que se parecem.
  • Segue como se comporta a procura: o que se pesquisa, o que se pergunta, como isso muda com a época do ano.
  • Recolhe as palavras com que os clientes descrevem o problema deles, citadas de avaliações e conversas públicas em vez de parafraseadas.
  • Levanta o seu próprio historial: o que já experimentou neste mercado e em que é que ficou.
  • Põe fonte e data em cada afirmação e assinala à parte tudo o que não conseguiu confirmar.

Processos que arrancam sozinhos

Um playbook não é um botão — é um processo com uma condição que o faz arrancar. Estes três são os que se montam mais vezes.

Entra um cliente ou um produto novo

Entra em trabalho um cliente novo ou um produto novo

  1. Percorrer as superfícies públicas da concorrência: site, preços, lançamentos, publicidade, contratações
  2. Mostrar em que é que se distinguem umas das outras, e não só em que se parecem
  3. Recolher as palavras com que os clientes deste mercado descrevem o problema deles
  4. Juntar o que já experimentou aqui e em que é que ficou

Um concorrente muda alguma coisa em público

Muda alguma coisa visível num concorrente — preços, página de entrada, um lançamento

  1. Registar o que mudou exactamente, com o antes e o depois
  2. Verificar se é um movimento isolado ou a continuação do que já vinha a fazer
  3. Enviar uma nota curta — sem qualquer versão sobre o que aquilo significa para si

Há uma decisão marcada no calendário

Está marcada uma reunião em que a decisão é tomada

  1. Confirmar consigo para que pergunta é que o material serve de facto
  2. Recolher em função dessa pergunta e não do mercado em geral
  3. Separar o confirmado do não confirmado dentro do próprio texto
  4. Entregar com folga, para sobrar tempo de leitura antes da reunião

Onde o agente pára

  • Recolhe, não conclui: o que daí decorre e o que fazer com isso é decisão sua — e é precisamente essa a parte que o cliente paga.
  • Cada afirmação leva a sua fonte e a sua data, e tudo o que não conseguiu verificar fica assinalado como não verificado em vez de alisado até soar seguro.
  • Trabalha apenas com informação publicamente acessível: bases fechadas, conteúdos pagos e dados internos de outras empresas ficam de fora.
  • Com uma entrada parecida produz uma saída parecida. Um resumo de pesquisa é um ponto de partida, não aquilo que o distingue de um concorrente com o mesmo agente.
Ver no seu próprio mercadoConfiguração por conversa, 15–30 minutos

FAQ

Consegue propor logo a estratégia a partir do material que reuniu?

Tecnicamente consegue, e é aí mesmo que isto parte. Na agência de onde vem este papel era um agente que montava a estratégia — e três de seis saíram tão parecidas que um cliente reconheceu na sua o posicionamento do concorrente. Com material parecido e uma instrução parecida, um modelo dá uma resposta parecida, e em estratégia é exactamente essa a parte que ninguém paga. Por isso o agente pára no material.

De onde é que tira a informação?

De fontes abertas: sites e tabelas de preços da concorrência, os lançamentos e as ofertas de emprego deles, avaliações e conversas públicas, a procura nas pesquisas e as suas próprias campanhas anteriores. Bases fechadas, conteúdos pagos e dados internos de outras empresas não são recolhidos. A razão não é só legal: material que não pode pôr em cima da mesa não serve numa conversa em que lhe pedem para sustentar um número.

Como é que sei em que confiar dentro do resumo?

Pela fonte e pela data ao lado de cada afirmação. Um número do relatório anual de um concorrente e um número de um artigo de blogue não pesam o mesmo, e você tem de ver qual deles tem à frente. Tudo o que não conseguiu confirmar fica no texto com a marca «não verificado» — e essas linhas costumam ser as mais interessantes para discutir.

Em que é que isto difere do que a concorrência obteria com o mesmo agente?

Na recolha em si, quase em nada, e mais vale aceitá-lo desde o início. A diferença está no que você faz com o material: que perguntas lhe põe, o que considera importante, que decisão toma e onde põe o dinheiro. O agente iguala o ponto de partida e poupa-lhe os dias de procura; a vantagem aparece depois, e aparece em si, não no agente.

Onde isto aparece

Casos em que este papel carrega parte do trabalho.