O heartbeat: o trabalho que segue sem você

Um heartbeat é o momento em que os agentes se perguntam «o que a gente deveria estar fazendo agora?» e fazem. É o que transforma o workspace num time em vez de uma janela de chat muito boa.

Você pode disparar um a qualquer momento pela barra lateral. Deixado numa agenda, ele roda sozinho.

Um heartbeat: verificações em ordem fixa
Um heartbeat: verificações em ordem fixa

O que acontece numa passagem

Os agentes percorrem uma ordem fixa e param no primeiro ponto em que há algo a fazer.

Começam pela caixa de entrada: tudo o que espera por você aparece antes de o trabalho autônomo começar — não adianta redigir o próximo enquanto o anterior está travado.

Depois verificam o orçamento de créditos do workspace. Se estiver no fim, você fica sabendo quanto resta e o que vai parar quando acabar.

Em seguida, na ordem: tarefas ativas, projetos que precisam do próximo passo, processos que estão na hora e metas que ficaram caladas ou atrasaram.

Se não há nada acionável, a passagem termina dizendo isso e sugerindo quando voltar. É um desfecho normal, não uma falha.

Tudo o que um heartbeat faz fica na Atividade, e tudo o que precisa de você aparece na caixa de entrada.

Escolhendo o ritmo

A configuração fica na página Uso: automático, um intervalo fixo ou desligado.

Captura em breveA automação nas configurações de uso

Com que frequência ele pode rodar depende do plano. O Free não tem heartbeat autônomo — na mão você dispara quantas vezes quiser, mas enquanto você não está, nada acontece. O Pro roda no máximo de hora em hora, o Scale a cada trinta minutos, o Max a cada cinco. Deixe em automático e ele roda no ritmo mais rápido do seu plano; escolha um intervalo mais lento e ele é respeitado exatamente.

Mais rápido não é automaticamente melhor. Um heartbeat de cinco minutos num workspace com três tarefas não vai achar nada na maior parte do tempo, e cada verificação custa um pouco. Ajuste o ritmo à velocidade real com que seu trabalho muda: de hora em hora basta para a maioria, e uma vez por dia serve para um negócio tranquilo.

Quanto custa

Um heartbeat gasta créditos como qualquer outro trabalho, porque pensar no que fazer também é trabalho. Uma passagem que não acha nada custa muito pouco; uma que escreve um relatório custa o que custa um relatório.

Se o orçamento mensal acabar, o trabalho autônomo para e você segue na mão pelo chat até a virada do mês ou uma recarga. Veja créditos e planos.

Ficando confortável com isso

A graça do heartbeat é que coisas acontecem enquanto você não está olhando — e é exatamente isso que assusta no começo. Três coisas ajudam.

Comece mais devagar do que parece necessário e acelere quando confiar no resultado. Diga explicitamente o que os agentes podem fazer sem supervisão e o que deve sempre chegar a você — esse limite vive nas instruções dos agentes e muda fácil. E leia a Atividade nos primeiros dias: é a forma mais barata de descobrir se o julgamento do workspace bate com o seu.

Se quiser que tudo pare, coloque o ritmo em desligado. Nada roda até você pedir.

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